Fui e sou um defensor da política de ações afirmativas nas Universidades e outras instituições, porém discordo desse critério que leva em consideração apenas a autodeclaração de ser pardo. Sempre imaginei que o in-acesso em virtude da cor e situações de preconceito devessem ser levadas em consideração, pois a des-politização daqueles que se autodeclaram, mas no plano do discurso rechaçam qualquer historicidade de fato me assusta. Temos aí mais nove anos...
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Fenen acha "ridículas" as cotas da UFS
Essa é a manchete do Jornal da Cidade de hoje.
Comentando a reportagem intitulada Escolas particulares são contra o sistema de cotas, é interessante saber se esse órgão já se posicionou dessa maneira em relação a todas as outras IES do País, que adotaram o sistema, pois imagino que esse candidatos tão preparados também se candidatem em outros Estados. Inúmeras pesquisas foram feitas na Unicamp e UFRJ, por exemplo e ao acompanhar o desempenho dos cotistas, foi observado um resultado bastante positivo. Normalmente, o cidadão que julga o vestibular um “método natural” é o mesmo que pensa ser natural uma pessoa ser pobre, miserável e sem oportunidades, não necessariamente isso estar atrelado às capacidades física e mental da pessoa e esquece da materialidade sócio-histórica dos indivíduos, passando a taxar como natural, fatos sociais, injustos, portanto, que carecem ser “reparados”.
Comentando a reportagem intitulada Escolas particulares são contra o sistema de cotas, é interessante saber se esse órgão já se posicionou dessa maneira em relação a todas as outras IES do País, que adotaram o sistema, pois imagino que esse candidatos tão preparados também se candidatem em outros Estados. Inúmeras pesquisas foram feitas na Unicamp e UFRJ, por exemplo e ao acompanhar o desempenho dos cotistas, foi observado um resultado bastante positivo. Normalmente, o cidadão que julga o vestibular um “método natural” é o mesmo que pensa ser natural uma pessoa ser pobre, miserável e sem oportunidades, não necessariamente isso estar atrelado às capacidades física e mental da pessoa e esquece da materialidade sócio-histórica dos indivíduos, passando a taxar como natural, fatos sociais, injustos, portanto, que carecem ser “reparados”.
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